Ficção: O sexo é certo

Como prometido, passarei a publicar aqui no blog minhas criações em ficção. O sexo é certo é um conto que escrevi dentro do mesmo cenário de O Bufo, meu primeiro conto publicado.

Pelo bem da minha sanidade, eu não mexi nele. Já identifiquei pontos que hoje considero problemáticos, mas acho necessário deixar o texto como foi feito, em uma espécie de registro de um caminho percorrido. Buscar a perfeição significaria nunca terminar projeto algum e é necessário aceitar o nível de habilidade que eu tinha e tenho em cada estágio do caminhar.

O sexo é certo 3

O arquivo está disponível para download em PDF: O sexo é certo.

Para quem se interessar e ler, peço a gentileza de deixar um comentário.

Para quem se interessar, ler e gostar muito ou nem tanto, mas acreditar no meu potencial, peço que contribua financeiramente com o meu trabalho de escritor.

Obrigado, gente querida! :)




14 comentários em “Ficção: O sexo é certo

  1. O texto está claro, escrito de forma simplificada, a qual me agrada. Deixa porém, pouco para imaginar-mos, a “narrativa” é completa. Não tenho certeza se gostei da finalização, mas ficou um gostinho de querer mais. Bjos

    • O final é um dos pontos que eu alteraria se fosse revisar ou reescrever, mas decidi deixar como está. Aliás, como os próximos textos que postarei devem sugerir, a finalização é um dos pontos mais fracos na minha escrita. Algo a se trabalhar :p

  2. Excelente!
    Escrito de forma clara, gostosa de ler. Contudo, achei a parte sexual pouco explorada, estou revoltado depois de admirar tanto a construção dos personagens, não rolar nada sexual neste conto.
    Mas talvez, se tivesse tido o sexo, o conto não eixaria este gostinho de quero mais, rs !

    Adorei !

    • Hahaha, puxa, o sexo é sempre uma parte controversa… Escrevi esse conto como parte de um universo maior, por isso gastei bastante tempo desenvolvendo o personagem, mas como conto, sozinho, talvez tenha enfraquecido a emoção… :p

  3. Pingback: Ficção: Indícios cor-de-rosa - Tales Gubes

  4. Gostei muito do final desse, pois era o que eu esperava. Só que para deixar mais interessante, eu preferiria que terminasse o conto aqui: “– O seu trabalho estava ruim, só isso.”
    O resto ia deixar à nossa imaginação na expectativa de saber o que aconteceu. Seria mais emocionante.

      • Estou lendo uma dissertação de literatura e encontrei até uma passagem que define esse tipo de final, ó: “Assim sendo, um romance nos permite ‘um infinito talvez’. O que marcará a temática e o enredo desse romance é justamente isso: um infinito talvez”. Infinitaliza, macho. 😉

        • Nossa, estou mentalizando infinitos infinitos talvezes, já! Quero muito ter acesso a essa dissertação, diga-me que tem ela em algum arquivo enviável por e-mail… :p

      • Olha que estou me empolgando. hehe Veja essa parte:

        Com relação à obra inacabada, Michel Butor afirma que se trata de

        uma invenção e, assim sendo, percebe-se bem que o crítico mais exato, o mais respeitoso, é aquele cuja invenção consegue prolongar a do autor, e fazer com que este entre de tal forma em si mesmo que ele conseguirá transformar sua imaginação numa parte de sua própria.

        • Ler isso me deixa excitado pelas possibilidades do texto e morrendo de medo pelas dificuldades de conduzi-lo aos afetos. Ai, ai! 😀

  5. Pingback: Quer fazer? Faça. - Tales Gubes

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