Ano Zero

Todo mundo já conhece meu blá-blá-blá de que quero ser escritor e mudar o mundo inteiro sentado na minha cadeira produzindo textos. Olhando assim parece mesmo uma coisa boba e sem futuro.

O que diabos uma pessoa sozinha pode fazer pelo mundo?

Acho que um provérbio africano responde muito bem a essa pergunta:

Se quer ir rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá acompanhado.

Eu não preciso estar sozinho. Por acreditar que escrever junto é melhor do que escrever em reclusão, aceitei um convite que me foi feito no final de março. A coisa aconteceu de um jeito louco, daqueles que se a gente escrevesse, ninguém ia acreditar que é verossímil. Minha amiga comentou ou repostou algum dos meus textos aqui do site, então um moço pediu que ela nos colocasse em contato. Conversei com ele e desde então venho participando de um site chamado Ano Zero, no qual pessoas incríveis escrevem sobre assuntos bacanosos: vida, política, relacionamentos.

(Sim, estou dizendo que sou uma pessoa incrível. Desculpa se meu ego está lá em cima hoje.)

logo ano zero

Até agora tenho dois textos inéditos lá: O seu amor é egoísta? e Dos X-Men à homofobia: como agir diante da violência.

Há outros autores muito bacanas. Ainda não tenho uma relação próxima com eles, mas é algo que está na minha agendinha de missões para a vida. Afinal, somos mais do que colegas de trabalho: somos companheiros de escrita e de vontade-linda-de-mudar-o-mundo.

Aliás, o Ano Zero tem até uma outra raposa!

Eu preciso mesmo dizer mais do que isso?