Ano Zero

Todo mundo já conhece meu blá-blá-blá de que quero ser escritor e mudar o mundo inteiro sentado na minha cadeira produzindo textos. Olhando assim parece mesmo uma coisa boba e sem futuro.

O que diabos uma pessoa sozinha pode fazer pelo mundo?

Acho que um provérbio africano responde muito bem a essa pergunta:

Se quer ir rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá acompanhado.

Eu não preciso estar sozinho. Por acreditar que escrever junto é melhor do que escrever em reclusão, aceitei um convite que me foi feito no final de março. A coisa aconteceu de um jeito louco, daqueles que se a gente escrevesse, ninguém ia acreditar que é verossímil. Minha amiga comentou ou repostou algum dos meus textos aqui do site, então um moço pediu que ela nos colocasse em contato. Conversei com ele e desde então venho participando de um site chamado Ano Zero, no qual pessoas incríveis escrevem sobre assuntos bacanosos: vida, política, relacionamentos.

(Sim, estou dizendo que sou uma pessoa incrível. Desculpa se meu ego está lá em cima hoje.)

logo ano zero

Até agora tenho dois textos inéditos lá: O seu amor é egoísta? e Dos X-Men à homofobia: como agir diante da violência.

Há outros autores muito bacanas. Ainda não tenho uma relação próxima com eles, mas é algo que está na minha agendinha de missões para a vida. Afinal, somos mais do que colegas de trabalho: somos companheiros de escrita e de vontade-linda-de-mudar-o-mundo.

Aliás, o Ano Zero tem até uma outra raposa!

Eu preciso mesmo dizer mais do que isso?

6 comentários em “Ano Zero

  1. A gente tem a maior sorte de contar com a tua participação no grupo, Tales. Teus textos são daqueles em que, durante o trabalho de edição, esqueço às vezes da tarefa e acabo lendo apenas para curtir. =]

  2. Que legal, Tales. Esse também tem me parecido um caminho bem interessante e o mais acertado no caminho das escritas.
    Vai ser massa e eu também super curti o site.

  3. Tales! Fiquei feliz por ti, pela novidade do Ano Zero.
    Daí eu fui ler a coluna sobre amor egoísta e rindo comigo mesma pois, ao lê-la, ia pensando “eu conheço essas referências” (Sting, Rammstein). Cara, que legal, que legal! Tri-legal, né? A gente apanha lá na oficina, mas…olha que construção bacana tá saindo pelo teu olhar!

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