Uma visita ao ortopedista
Há um mês, marquei uma consulta com um ortopedista perto de casa. O médico só poderia me atender dali uns quinze dias, então marquei, esperei e esqueci. Fui lembrar horas depois do horário combinado.
Há um mês, marquei uma consulta com um ortopedista perto de casa. O médico só poderia me atender dali uns quinze dias, então marquei, esperei e esqueci. Fui lembrar horas depois do horário combinado.
Ontem fui a um templo Hare Krishna. Sim, eu vou aproveitar ao máximo o efeito dessa frase. É o tipo de frase que, se dita em uma mesa de bar, faz a galera parar e olhar ansiosa pelo que virá depois. Mais que isso, só se eu falasse que fui a um clube de sexo.
Ontem deixei de frescura (“ai, ninguém me convida para sair”, “Tales, é tu quem nunca aceita os convites”) e fui com minha amiga a uma festa promovida por um francês que ela conheceu em outra festa há dois anos em Porto Alegre.
Dizem que felicidade não faz uma boa história. Isso é verdade, mas só para a ficção. Na vida, o que eu mais quero são histórias felizes se espalhando e distribuindo. Por isso, resolvi compartilhar algumas dessas histórias com vocês, pessoas lindas que me leem.
Por causa da parceria feita com a Editora Orgástica, recebi em casa os livros já publicados. O primeiro deles, O Armário, eu já havia resenhado.
Minhas quartas pela manhã são marcadas por reuniões com pessoas incríveis para conversar sobre maneiras alternativas de se conhecer, empreender e viver. Esses encontros acontecem no Estaleiro Liberdade, sobre o qual escrevi recentemente, e têm me convidado a repensar posturas frente a vida.
Eu participo de uma oficina literária às terças-feiras, mas ela entrou em recesso semana passada para retornar apenas em agosto. Como dois meses sem se debruçar sobre a prática compartilhada da escrita criativa seria tempo demais, nós oficineiros decidimos continuar os encontros das terças.
Ontem postei um texto sobre o filme Malévola e afirmei que se tratava de um filme interessante de ser olhado sob um viés feminista. Essa escrita gerou algumas reações, portanto resolvi continuar a conversa a esse respeito, pois achei válidas as argumentações que me foram apresentadas.
Assisti a Malévola e gostei. Se você ainda não assistiu, provavelmente eu darei alguns spoilers neste texto sobre o que acontece no filme, então pode ser um bom momento de parar a leitura.
Ontem escrevi um conto e ele está uma merda. Aliás, para quem lê-lo em algum momento futuro, saiba que essa é uma piada interna. Que deixará de ser e virará externa, quando o conto for publicado, o que é outra piada externa. Tá, parei.