Sobre namoros e o Tinder

Hoje saiu mais um texto meu no Ano Zero, site para o qual escrevo artigos em geral focados em relacionamentos afetivos e sexuais, meus temas favoritos juntos com a arte da escrita.

Comecei no Ano Zero escrevendo sobre amores egoístas, aqueles que servem mais para resguardar nossos umbigos do que para distribuir carinhos pelo mundo. Tratei do tema a partir de duas músicas, uma extremamente opressiva (mesmo que entendida até hoje como um hino ao amor romântico) e outra que levanta as dificuldades em escapar de alguém que nos sufoque desse jeito.

Em outro texto, refleti sobre a violência e como reagir a ela, encarando a homofobia numa metáfora com os X-Men. No cerne do artigo está a importância de compreender que certas violências sociais são coletivas e não meras questões individuais.

Meu terceiro artigo no Ano Zero tratou sobre As maldades de (não) ser menino, considerando como o nascer homem impõe pressões relacionadas ao comportamento social. Ser homem significa não ser várias outras coisas, incluindo fraco ou feminino.

Para considerar o Ninho de Escritores, escrevi sobre a perspectiva de currículo aberto com a qual tenho levado o curso.

Ainda pensando em educação, escrevi um artigo elencando princípios para uma educação feminista, de modo a destacar modelos mentais que organizam nossas aprendizagens, mas que não precisam funcionar como funcionam.

E hoje, ainda no clima de namoro, foi ao ar Conheci meu namorado no Tinder, um texto leve sobre as possibilidades do amor em qualquer esquina.

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