Como isso contribui com a minha vida?

Em momentos de ciúme, de tristeza ou de euforia, pensar direito pode ser um desafio. Por isso, tanto quanto possível, gosto de me agarrar a ferramentas pequenas e simples que me ajudem a navegar pelo caos emocional que às vezes eu entro.

Há uma semana, aprendi uma pergunta poderosa: qual é o propósito deste encontro? Com ela, posso me questionar sobre qualquer interação com outros seres humanos e prevenir ações no modo automático. Com ela, consegui evitar algumas tretas com gente próxima porque tinha clareza de que minha intenção era conectar melhor e viver bons momentos, em vez de provar ao mundo que eu tenho razão.

Outra pergunta poderosa é: como isso contribui com a minha vida? Ela me foi apresentada num contexto de reflexão sobre dinheiro. Em vez de caro ou barato, conceitos tão relativos que dificilmente são úteis, pensar como um determinado produto ou serviço contribui com a minha vida me ajuda a considerar sua pertinência para mim.

Essa pergunta pode ser usada em conjunto com a anterior. Sabendo meu propósito, posso me perguntar: como (isso que estou pensando em fazer) contribui com a minha vida?

Se a resposta é “eu terei razão”, já tenho aí uma pista de algo que geralmente só contribui com o meu ego.

Se estou em dúvida sobre fazer ou não um curso que envolve um alto investimento, por exemplo, posso perguntar: como isso contribui com a minha vida? Dependendo da resposta e das direções para as quais quero navegar na existência, fica mais fácil tomar decisões.


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