Necessidades por trás de exigências

A comunicação não-violenta propõe uma escolha de enxergar as ações humanas como tentativas de atender a determinadas necessidades consideradas universais. Isso já é algo difícil de fazer, em particular nas primeiras vezes que tentamos, mas fica ainda mais complicado quando estamos ouvindo exigências das outras pessoas.

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A parte difícil da comunicação não-violenta

Algumas coisas aconteceram comigo logo que comecei a aprender mais a fundo sobre comunicação não-violenta. A primeira é que passei a identificar frases com julgamentos moralizadores, minhas e especialmente de outras pessoas. “Isso é julgamento!” virou quase meu lema. A segunda coisa é que passei a ansiar mais por autonomia e liberdade, por fazer somente […]

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Qual é a sua motivação?

Ontem apresentei uma aula aberta no YouTube chamada Não alimente os trolls, com a proposta de repensar esse adágio da internet. Em resumo, não acredito que apenas ignorar pessoas violentas seja a melhor forma de evitar que sua violência se espalhe, pois ao ignorá-las estamos abrindo espaço para que suas ações continuem como são.

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Peça o que você precisa

Não há, nem nunca haverá, outra pessoa no mundo inteiro que entenda o seu universo interior. Seus pensamentos e sentimentos são apenas seus, de mais ninguém. Outras pessoas podem fazer boas suposições, às vezes até muito precisas, mas esse é o máximo. Ninguém além de nós pode olhar para dentro da gente.

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Confirme antes de agir

Depois de um domingo que passamos juntos, meu namorado perguntou: “você vai embora agora ou quer jogar alguma coisa?”. Fiquei desconcertado, achei que dormiria na casa dele, propus jogarmos algo e depois voltei para minha casa, ainda atordoado. Mais tarde, conversando sobre isso, descubro que ele achava que eu não pretendia ficar.

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A vida é laboratório

Em uma das minhas primeiras semanas como professor, lá em 2012, uma aluna manifestou em sala de aula que a carga de trabalhos na minha disciplina estava muito alta. Eu não gostei do tom de voz nem do que entendi como acusação e respondi que a escolha de fazer faculdade, considerando todas as dificuldades possíveis, […]

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