Escrevendo a minha autobiografia

Eu sei o dia exato a partir do qual passei a sentir que estava vivo. Eu tinha 19 anos.

De lá até hoje, cresci muito e passei a me interessar cada vez mais por investigar o que é isso que todos temos e que ninguém sabe dizer bem pra que serve: uma vida.

Decidi começar por um campo no qual sou especialista: a minha própria existência.

19

Como não sei escrever se não for em público, criei uma newsletter na qual vou compartilhar experiências de vida e refletir sobre elas. Minha ideia não é só falar de mim, mas também encontrar novos sentidos para as histórias que conto de mim e para mim. Será uma escrita autobiográfica e ao mesmo tempo terapêutica. Mais do que isso, será um convite para quem quiser conversar comigo, trocar ideias e pensar junto sobre o que significa estar vivo.

Sempre disse que minha vida começou aos 19 anos, com minha primeira experiência sexual, mas sei que estou errado. Há uma vida antes disso que merece ser reconhecida. Também há uma vida depois disso em que a sexualidade foi critério fundamental para muitas das minhas escolhas.

A minha história é só minha, mas o meu quintal conversa com as florestas do mundo. Acredito que toda experiência humana pode ser conectada com outras experiências humanas. Eu não estou sozinho porque ninguém está sozinho. Ubuntu, eu sou porque nós somos.

Imagino duas coisas nascendo dessa newsletter:

  • um livro sobre minha vida, algo que eu já pretendia escrever no recanto protegido do meu computador;
  • novas conversas profundas com pessoas dispostas a olharem fundo na experiência de outro alguém e talvez até compartilharem suas próprias trajetórias para que essa investigação sobre a vida não seja só minha.

É nesse espírito que te faço o convite: posso contar contigo para ler e se tornar parte dessa história?

Se sim, tu pode te inscrever aqui: https://tinyletter.com/talesgubes

Obrigado!


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